quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Que É o Mecanismo Mandrake?

O Que É o Mecanismo Mandrake?
Capítulo 10 do livro The Creature of Jekyll Island, de G. Edward Griffin
Esta será a lição financeira mais importante de sua vida!
O Mecanismo Mandrake é o método pelo qual o Sistema da Reserva Federal cria dinheiro a partir do nada; o conceito de usura como o pagamento de juros em pretensos empréstimos; a verdadeira causa do tributo oculto chamado de inflação; o modo como um banco central cria os ciclos de expansão rápida e estouro da bolha.
Nos anos 1940s havia um personagem de revista em quadrinhos chamado Mandrake, o Mágico. A especialidade dele era criar coisas a partir do nada e, quando apropriado, fazê-las desaparecer. É adequado, portanto, que o processo a ser descrito nesta seção seja nomeado em sua honra.
Nos capítulos anteriores, examinamos a técnica desenvolvida pelos cientistas políticos e financeiros para criar dinheiro a partir do nada para o propósito de emprestá-lo. Essa não é uma descrição totalmente exata, pois implica que o dinheiro é criado primeiro e então aguarda que alguém o tome emprestado.
Por outro lado, os livros-texto sobre bancos dizem frequentemente que o dinheiro é criado a partir da dívida. Isto também é enganoso, porque implica que a dívida existe primeiro e então é convertida em dinheiro. Na verdade, o dinheiro não é criado até o instante em que é tomado emprestado. É o ato de tomar emprestado que faz o dinheiro aparecer. A propósito, o ato de pagar a dívida é que faz o dinheiro desaparecer. Não existe uma frase curta que descreva perfeitamente este processo. Portanto, até que uma frase seja inventada ao longo do caminho, continuaremos a usar a expressão “criar dinheiro a partir do nada” e, ocasionalmente, acrescentaremos “para o propósito de emprestá-lo”, quando for necessário clarificar melhor o significado.
Assim, vamos ver agora o quão longe esse processo de dinheiro/criação de dívida foi levado — e como ele funciona.
O primeiro fato que precisa ser considerado é que nosso dinheiro hoje não tem lastro algum em ouro ou prata. A fração não é 54%, nem 15%. É 0%. Nosso dinheiro percorreu o caminho de todas as moedas fracionárias anteriores na história e já se degenerou em dinheiro totalmente fiduciário. O fato que a maior parte dele esteja na forma de saldo no talão de cheques, em vez de notas de papel, é uma mera tecnicidade; e o fato de os banqueiros falarem sobre “coeficientes de reserva” é para esconder a situação. As assim chamadas reservas às quais eles se referem são, na verdade, títulos e outros certificados da dívida do Tesouro.
Nosso dinheiro é totalmente fiduciário.
O segundo fato que precisa ser claramente compreendido é que, a despeito do jargão técnico e dos procedimentos aparentemente complicados, o mecanismo real pelo qual o Sistema da Reserva Federal cria dinheiro é bastante simples. Ele faz isso exatamente do mesmo modo como os ourives do passado faziam, exceto, é claro, que estes estivessem limitados pela necessidade de guardar alguns metais preciosos em reserva, enquanto que o Fed não tem esse tipo de restrição.
A Reserva Federal é cândida e incrivelmente franca com relação a esse processo.
Um livreto publicado pelo Banco da Federal Reserve de Nova York diz:
“A moeda não pode ser resgatada, ou permutada, por ouro do Tesouro, ou por qualquer outro ativo usado como lastro. A questão de quais bens exatamente ‘lastreiam’ as notas da Federal Reserve tem pouca importância, exceto contábil.”
Adiante na mesma publicação, somos informados que: “Os bancos estão criando dinheiro com base na promessa de um tomador de empréstimos pagar (a Nota Promissória)… Os bancos criam dinheiro ‘monetizando’ as dívidas privadas das empresas e das pessoas físicas.”.
Em um livreto intitulado Modern Money Mechanics, o Banco da Reserva Federal de Chicago diz:
“Nos Estados Unidos nem o papel-moeda nem os depósitos têm valor como commodities. Intrinsecamente, a nota de um dólar é apenas um pedaço de papel. Os depósitos são meramente informações contábeis. As moedas têm certo valor intrínseco como metal, porém geralmente muito menos do que seu valor de face.”
O que, então, torna esses instrumentos — cheques, notas e moedas — aceitáveis em valor de face no pagamento de todas as dívidas e outros usos monetários? Principalmente, é a confiança que as pessoas têm que poderão trocar esse dinheiro por outros ativos financeiros, ou por bens e produtos reais sempre que quiserem. Isto parcialmente é uma questão de lei; a moeda foi designada “meio legal de pagamento” pelo governo — isto é, ela precisa ser aceita.
Nas letras miúdas de uma nota de rodapé em um boletim do Banco da Federal Reserve de St. Louis, encontramos a seguinte explicação surpreendentemente cândida:
“Os sistemas monetários modernos têm uma base fiduciária — literalmente dinheiro por decreto do governo — com as instituições depositárias atuando como agentes fiduciários, criando obrigações contra si mesmas com a base fiduciária atuando em parte como reservas. O decreto aparece nas notas do dólar: ‘Esta nota é um meio legal para pagamento de todas as dívidas públicas e privadas.’”
Embora nenhum indivíduo possa se recusar a aceitar esse dinheiro para o pagamento de uma dívida, os contratos poderiam facilmente ser redigidos de forma a evitar o uso do dinheiro nas transações diárias. Entretanto, uma explicação vigorosa sobre o porquê do dinheiro ser aceito é que o governo federal o requer como pagamento dos impostos devidos. A expectativa da necessidade de zerar essa dívida cria uma demanda pelos puros dólares fiduciários.
O dinheiro desapareceria sem as dívidas
É difícil para as pessoas compreenderem o fato que toda a base monetária (a quantidade de dinheiro no país, tanto na forma de notas, moedas e depósitos em contas bancárias) está lastreada por nada, exceto dívidas, e causa ainda mais perplexidade visualizar que, se todos pagassem tudo o que tomaram emprestado, o dinheiro deixaria de existir.
É verdade, não haveria um único centavo em circulação — todas as moedas e todas as notas de dinheiro seriam devolvidas aos cofres dos bancos — e não haveria um único dólar nas contas correntes nos bancos de ninguém. Em suma, todo o dinheiro desapareceria.
Marriner Eccles era um governador (diretor) do Sistema da Reserva Federal em 1941. Em 30 de setembro daquele ano, ele foi convidado a dar um testemunho diante do Comitê de Bancos e Moeda da Casa dos Representantes. O propósito da oitiva era obter informações sobre o papel da Federal Reserve em criar as condições que levaram à depressão nos anos 1930.
O congressista Wrigth Patman, que era o presidente do comitê, perguntou como o Fed obteve o dinheiro para adquirir dois bilhões de dólares em títulos do governo em 1933.
Eis o diálogo que ocorreu:
Eccles: — Nós criamos o dinheiro.
Patman: — A partir do quê?
Eccles: — A partir do direito de emitir dinheiro para crédito.
Patman: — E não há nada por trás dele, certo? Exceto o crédito do nosso governo.
Eccles: — É assim que funciona nosso sistema monetário. Se não houvesse dívidas no nosso sistema monetário, não haveria dinheiro algum.
Deve-se compreender que, embora o dinheiro possa representar um patrimônio para indivíduos selecionados, quando ele é considerado como um agregado da base monetária total, ele não é um ativo de forma alguma. Uma pessoa que tome emprestado $1.000 pode pensar que aumentou sua posição financeira nessa quantia, mas na verdade isso não é verdade. O ativo de $1.000 em dinheiro está compensado por sua dívida no empréstimo de $1.000 e sua posição líquida é zero. As contas bancárias são exatamente o mesmo em uma escala muito maior. Acrescente todas as contas bancárias no país e seria fácil assumir que todo aquele dinheiro representa um gigantesco conjunto de ativos que suportam a economia. Todavia, cada fraçãozinha desse dinheiro é devida por alguém. Algumas pessoas não devem nada. Outras, devem várias vezes mais do que seu patrimônio. Quando tudo é somado, o saldo nacional é zero. O que pensamos ser dinheiro e apenas uma grande ilusão. A realidade é dívida.
Robert Hemphill foi o Gerente de Crédito do Banco da Reserva Federal em Atlanta. No prefácio de um livro de Irving Fisher, intitulado 100% Money, ele escreveu o seguinte:
“Se todos os empréstimos bancários fossem pagos, ninguém poderia ter depósitos nos bancos, e não haveria um único dólar ou moedas em circulação. Esta é uma ideia chocante. Somos totalmente dependentes dos bancos comerciais. Alguém tem de tomar emprestado cada dólar que temos em circulação, em dinheiro, ou em crédito. Se os bancos criarem dinheiro sintético de forma ampla, somos prósperos; caso contrário, passamos fome. Estamos totalmente sem um sistema monetário permanente. Quando se obtém uma compreensão completa do quadro, a situação absurdamente trágica da nossa situação sem saída é quase inacreditável — mas é assim que as coisas são.”
Com o conhecimento que o dinheiro está baseado em dívidas, não deve ser surpresa saber que o Sistema da Reserva Federal não está nem um pouco interessado em ver uma redução da dívida no país, independente das declarações públicas em contrário.
Aqui está a conclusão das próprias publicações do Sistema. O Banco da Reserva Federal da Filadélfia diz:
“Um grande e crescente número de analistas, por outro lado, agora considera a dívida nacional como algo útil, se não uma bênção real… Eles acreditam que a dívida pública não precisa ser reduzida em absolutamente nada.”
O Banco da Reserva Federal de Chicago acrescenta:
“A dívida — pública e privada — está aqui para ficar. Ela exerce um papel essencial no processo econômico… O que é necessário não é a abolição da dívida, mas um uso prudente e um gerenciamento inteligente.”
O que há de errado com um pouco de dívida?
Há certo apelo fascinante para esta teoria. Ela dá àqueles que a expõem uma aura de intelectualidade, a aparência de serem capazes de compreender um princípio econômico complexo que está além da compreensão dos meros mortais. Para aqueles que não estão acostumados a raciocinar de forma acadêmica, oferece o conforto de pelo menos soar moderada. Afinal, o que há de errado com uma dívida pequena, usada com prudência e gerenciada de forma inteligente? A resposta é nada, desde que a dívida esteja baseada em uma transação honesta. Há muito de errado com ela se estiver baseada em uma fraude.
Uma transação honesta é aquela em que um tomador de empréstimo paga uma quantia combinada pelo uso temporário do patrimônio de um emprestador. Esse patrimônio poderia ser algo com valor tangível. Se fosse um automóvel, por exemplo, então o tomador do empréstimo pagaria “aluguel”. Se fosse dinheiro, então o aluguel é chamado de “juros”. De ambas as formas, o conceito é o mesmo.
Quando vamos até um emprestador — seja um banco ou uma pessoa — e pedimos um empréstimo em dinheiro, estamos dispostos a pagar juros porque reconhecemos que o dinheiro que estamos tomando emprestado é um ativo que queremos usar. Parece justo pagar um aluguel para a pessoa que é proprietária daquele ativo. Não é fácil adquirir um automóvel e não é fácil adquirir dinheiro — dinheiro real, claro. Se o dinheiro que estamos tomando emprestado foi obtido pelo esforço e talento de alguém, essa pessoa tem todo o direito de receber juros pelo empréstimo. Mas o que devemos pensar do dinheiro que é criado por uma mera canetada ou por uma rápida digitação no teclado de computador? Por que alguém deveria receber juros pelo empréstimo desse dinheiro?
Quando os bancos colocam crédito na sua conta corrente, estão meramente fingindo emprestar dinheiro a você. Na realidade, eles não têm nada a emprestar. Até mesmo o dinheiro que os depositantes com saldo positivo colocaram em suas contas foi originalmente criado a partir do nada em resposta ao empréstimo tomado por outra pessoa. Portanto, o que dá aos bancos o direito de cobrar juros sobre nada? É irrelevante que os homens em toda a parte sejam forçados pela lei a aceitar esses certificados de nada para poderem obter bens e serviços reais. Estamos falando aqui, não sobre o que é legal, mas o que é moral. Como Thomas Jefferson observou no tempo de sua batalha prolongada contra um banco central nos EUA: “Ninguém tem o direito natural ao negócio de emprestar dinheiro, senão aquele que tem dinheiro a emprestar.”.
Terceira razão para abolir o sistema
Séculos atrás, a usura era definida como qualquer juro cobrado em um empréstimo. O uso moderno redefiniu como juro excessivo. Certamente, qualquer quantia de juros cobrada para um pretenso empréstimo é excessivo. Portanto, o dicionário precisa de uma nova definição:
Usura: cobrança de qualquer juro sobre um empréstimo de dinheiro fiduciário.
Portanto, vamos olhar para a dívida e para os juros sob essa luz. Thomas Edison resumiu a imoralidade do sistema quando disse:
“Aqueles que não lançam uma única pá de areia sobre um projeto de construção, nem contribuem com um quilograma dos materiais receberão mais dinheiro… do que aqueles que forneceram todos os materiais e fizeram todo o trabalho.”
Isto é um exagero? Vamos considerar a aquisição de uma casa de $100.000 em que $30.000 representam o custo do terreno, os honorários do arquiteto, as comissões de vendas, alvará de construção, etc., e $70.000 é o custo da mão de obra e dos materiais de construção. Se o comprador fizer um pagamento de entrada de $30.000, então precisará tomar emprestado $70.000. Se um financiamento foi concedido a uma taxa anual de 11% por um período de trinta anos, a quantia de juros pagos será de $167.806. Isso significa que a quantia paga para aqueles que emprestaram o dinheiro é cerca de duas vezes e meia maior do que aquilo que foi pago àqueles que forneceram a mão de obra e todos os materiais de construção. É verdade que esse valor representa o valor-tempo daquele dinheiro ao longo de trinta anos e facilmente poderia ser justificado com base no fato que o emprestador merece ser recompensado por ceder o uso de seu capital por tanto tempo. Mas isso assume que o emprestador realmente tinha algo a entregar, que ele ganhou o capital, poupou e então o emprestou para a construção da casa de outra pessoa. Entretanto, o que devemos pensar a respeito de um emprestador que não ganhou o dinheiro, não o poupou, e, na verdade, simplesmente o criou a partir do nada?
Qual é o tempo-valor de nada?
Como já mostramos, cada dólar que existe hoje, seja na forma de moeda, saldo na conta bancária ou até dinheiro em cartão de crédito — em outras palavras, toda nossa base monetária — existe somente porque foi tomado emprestado por alguém; talvez não você, mas alguma outra pessoa.
Isso significa que todos os dólares americanos em todo o mundo estão produzindo juros diariamente para os bancos que os criaram. Uma porção de todo empreendimento comercial, todo investimento, todo lucro, toda transação que envolva dinheiro — e isso inclui até as perdas e o pagamento de impostos — uma porção de tudo o que é caracterizado como pagamento para um banco.
O que os bancos fizeram para ganhar esse rio de riqueza que flui perpetuamente? Eles emprestaram seu próprio capital obtido por meio do investimento dos acionistas? Emprestaram a poupança feita com os esforços de seus depositantes? Não, nenhuma dessas alternativas foi a principal fonte de renda deles. Eles simplesmente brandiram a varinha mágica chamada dinheiro fiduciário.
O fluxo dessa riqueza não-ganha sob o disfarce de juros pode somente ser vista como usura da mais alta magnitude. Mesmo se não houvesse outras razões para abolir o Fed, o fato de ser o instrumento supremo da usura já seria mais do que suficiente.
Quem cria o dinheiro para pagar os juros?
Uma das questões que mais causa perplexidade associada com esse processo é: “De onde vem o dinheiro para pagar os juros?” Se você tomar emprestado $10.000 de um banco a 9%, então você deve $10.900. Mas o banco somente fabrica $10.000 para o empréstimo. Parece, portanto, que não há um modo de você — e de todas as outras pessoas com empréstimos similares — poderem pagar sua dívida. A quantidade de dinheiro posta em circulação simplesmente não é suficiente para cobrir a dívida total, incluindo os juros. Isto levou alguns à conclusão que seria necessário para você tomar emprestado os $900 para os juros, porém isso, por sua vez, leva a ainda mais juros. A suposição é que, quanto mais você toma emprestado, mas precisará tomar e essa dívida baseada em dinheiro fiduciário é uma espiral infinita que leva inexoravelmente a mais e mais dívidas.
Esta é uma verdade parcial. É verdade que não há dinheiro suficiente criado para incluir os juros, mas é uma falácia dizer que o único modo de pagar é tomando mais emprestado. A suposição deixa de levar em conta o valor de troca do trabalho. Vamos assumir que você pague seu empréstimo dos $10.000 com prestações de cerca de R$900 por mês e que cerca de $80 disso representem juros. Você encontra certa dificuldade para conseguir efetuar os pagamentos, de modo que decide procurar um segundo emprego, em tempo parcial.
O banco, por outro lado, está agora ganhando $80 de lucro a cada mês com o empréstimo que você contraiu. Como essa quantia está classificada como “juros”, ela não é extinta como a porção maior, que é uma devolução do empréstimo. Portanto, essa receita com juros é um dinheiro que pode ser gasto na conta do banco. O banco decide então que o piso de sua agência será encerado uma vez por semana. Você responde ao anúncio no jornal e é contratado a $80 por mês para fazer o serviço. O resultado é que você ganha o dinheiro para pagar os juros sobre o dinheiro que tomou emprestado, e — este é o ponto — o dinheiro que recebe é o mesmo dinheiro que você anteriormente pagou. Desde que você faça o serviço para o banco a cada mês, os mesmos dólares vão para o banco como juros, então saem como salário para você, e então voltam para o banco como pagamento pelo empréstimo.
Não é necessário que você trabalhe diretamente para o banco. Independente de como você ganhe o dinheiro, sua origem foi o banco e seu destino final é um banco. O circuito pelo qual o dinheiro circula pode ser grande ou pequeno, mas o fato permanece que todo juro é pago eventualmente por esforço humano. O significado desse fato é ainda mais chocante que a suposição que dinheiro suficiente não é criado para pagar os juros. É que o total desse esforço humano no fim é para o benefício daqueles que criaram o dinheiro fiduciário.
Isto é uma forma de servidão feudal, em que a grande massa da sociedade trabalha como vilões para uma classe governante de nobreza financeira.
Compreendendo a Ilusão…
Isto realmente é tudo o que se precisa saber sobre a operação do cartel bancário sob a proteção do Sistema da Reserva Federal. Entretanto, seria uma pena parar aqui sem examinar as roldanas, espelhos e alavancas que fazem o mecanismo mágico funcionar. É um sistema realmente fascinante de mistério e de enganação.
Vamos, portanto, voltar nossa atenção para o processo real pelo qual os mágicos criam a ilusão do dinheiro moderno. Primeiro, ficaremos de longe, para termos uma visão geral das ações que acontecem. Em seguida, nos aproximaremos para examinar cada componente em detalhe.
O Mecanismo Mandrake: Uma Visão Geral
Toda a função desta máquina é converter dívida em dinheiro. É simples assim. Primeiro, o Fed pega todos os títulos do governo que o público não comprou e preenche um cheque ao Congresso em troca deles. (O Fed também adquire outras obrigações da dívida, mas os títulos do governo constituem a maior parte de seu inventário). Não há dinheiro para pagar esse cheque. Esses dólares fiduciários são criados neste momento para este propósito. Chamando esses títulos de “reservas”, o Fed então os usa como base para criar nove (9) dólares adicionais para cada dólar criado para os títulos. O dinheiro criado para os títulos é gasto pelo governo, enquanto que o dinheiro criado sobre esses títulos é a fonte de todos os empréstimos bancários feitos para as empresas e pessoas físicas do país. O resultado desse processo é o mesmo que criar dinheiro nas impressoras de uma gráfica, porém a ilusão está baseada em um truque contábil, em vez de em um truque gráfico.
A conclusão é que o Congresso e o cartel bancário entraram em uma parceria em que o cartel tem o privilégio de receber juros sobre o dinheiro que cria a partir do nada, uma perpétua comissão paga por cada dólar americano que existe no mundo.
O Congresso, por outro lado, tem acesso a fundos ilimitados sem ter de dizer aos eleitores que seus impostos estão sendo elevados por meio de um processo inflacionário. Se você compreende este parágrafo, pode-se dizer que compreende o Sistema da Reserva Federal.
Agora, uma visão mais detalhada. Existem três modos gerais em que a Reserva Federal cria dinheiro fiduciário a partir da dívida:
Um é fazendo empréstimos aos bancos-membro por meio daquilo que é chamado de Janela de Desconto.
O segundo é comprando títulos do Tesouro e outros certificados da dívida por meio daquilo que é chamado Comitê do Mercado Aberto.
O terceiro é mudando o assim chamado coeficiente de reserva que os bancos-membro têm de manter. Cada método é meramente um caminho diferente para o mesmo objetivo: pegar as notas promissórias e convertê-las em dinheiro que possa ser gasto.
A Janela de Desconto
A Janela de Desconto é meramente a linguagem dos banqueiros para uma janela de empréstimo. Quando os bancos ficam com pouco dinheiro, a Reserva Federal está a postos como o “banco dos banqueiros” para emprestar dinheiro. Existem muitas razões para os banqueiros precisarem tomar empréstimos. Como eles mantêm “reservas” de somente 1% ou 2% de seus depósitos no cofre de dinheiro, e 8 a 9% em títulos, a margem operacional deles é extremamente estreita. É comum para eles experimentarem saldos negativos causados por demanda incomum dos clientes por dinheiro, ou um número incomum de cheques de alto valor sendo compensados por outros bancos ao mesmo tempo. Algumas vezes, eles fazem empréstimos ruins e, quando esses antigos “ativos” são removidos de seus livros contábeis, a “reserva” deles também decresce e pode, na verdade, se tornar negativa. Finalmente, existe o motivo do lucro. Quando os bancos tomam emprestado da Reserva Federal a uma taxa de juros e emprestam para seus clientes a uma taxa mais alta, há uma óbvia vantagem. Mas isso é meramente o início.
Quando um banco toma emprestado um dólar do Fed, esse dinheiro se torna uma reserva de um dólar.
Como os bancos são obrigados a manterem reservas de somente 10%, eles na verdade podem emprestar até 9 dólares para cada dólar que tomaram emprestado.
Vamos examinar a matemática. Assuma que o banco receba $1 milhão do Fed a uma taxa de 8%. O custo anual, portanto, é $80.000 (0.08 x $1.000.000). O banco trata o empréstimo como um depósito em dinheiro, o que significa que ele se torna a base para fabricar $9.000.000 adicionais para emprestar a seus clientes. Se assumirmos que ele empresta esse dinheiro a uma taxa de 11%, o retorno bruto seria $990.000 (0.11 x $9.000.000). Subtraia disso o custo do banco de $80.000 mais uma porção apropriada de encargos, e você terá um retorno líquido de aproximadamente $900.000. Em outras palavras, o banco toma emprestado um milhão de dólares e pode praticamente dobrá-lo em um ano. Isto é alavancagem! Mas não esqueça a fonte dessa alavancagem: a fabricação de outros $9 milhões que são adicionados à base monetária do país.
A Operação do Mercado Aberto
O método mais importante usado pela Reserva Federal para a criação do dinheiro fiduciário é a compra e venda de títulos no mercado aberto. Entretanto, antes de avançarmos para isto, uma palavra de advertência. Não espere que aquilo que vem a seguir faça sentido. Apenas esteja preparado para saber que isto é como eles procedem.
O truque está no uso de palavras e frases que têm significado técnico bem diferente do que aquilo que implicam para o cidadão mediano. Portanto, mantenha seus olhos nas palavras. Elas não têm o objetivo de explicar, mas de enganar. A despeito das primeiras aparências, o processo não é complicado. É apenas absurdo.
O Mecanismo Mandrake: Uma Visão Detalhada
Começa com…
Dívida do Governo
O governo federal pega uma folha de papel, desenha traços complexos em volta das laterais e chama aquilo de título, ou nota do Tesouro. O título é meramente uma promessa de pagar uma quantia especificada, a uma taxa de juros especificada, em uma data especificada. Como veremos nas etapas seguintes, essa dívida eventualmente se torna o alicerce para quase toda a base monetária do país. Na realidade, o governo criou dinheiro, mas ainda não tem a aparência de dinheiro. Converter essas notas promissórias em notas de dinheiro e saldo em contas bancárias é a função do Sistema da Reserva Federal. Para produzir essa transformação, o título é entregue ao Fed, onde então é classificado como um…
Ativo em Títulos
Um instrumento da dívida do governo é considerado um ativo porque se assume que o governo honrará sua promessa de pagar. Isto é baseado na capacidade do governo de obter o dinheiro que precisar por meio da tributação. Portanto, a força desse ativo é o poder de tomar de volta aquilo que ele dá. Portanto, a Reserva Federal agora tem um “ativo” que pode ser usado para se contrapor a um passivo. Ele então cria esse passivo exigível produzindo outra folha de papel e permutando-a com o governo em troca pelo ativo. Essa segunda folha de papel é um…
Cheque da Reserva Federal
Não há dinheiro em conta alguma para cobrir esse cheque. Qualquer outra pessoa que fizesse isso seria mandada para a cadeia. Mas, o procedimento é legal para o Fed, pois o Congresso quer o dinheiro, e este é o modo mais fácil de obtê-lo. (Elevar os impostos seria suicídio político; depender do público para comprar todos os títulos da dívida seria irrealista, especialmente se as taxas de juros estiverem artificialmente baixas; e imprimir grandes quantidades de dinheiro na Casa da Moeda seria óbvio e controverso.). Deste modo, o processo fica misteriosamente ocultado no sistema bancário. Entretanto, o resultado final é o mesmo que colocar as impressoras da Casa da Moeda para funcionar e simplesmente fabricar dinheiro fiduciário (dinheiro criado por ordem do governo, sem qualquer valor tangível que sirva de lastro) para pagar as despesas do governo. Todavia, em termos contábeis, os livros estão “equilibrados” porque o passivo do dinheiro é compensado pelo “ativo” da nota promissória. O cheque da Reserva Federal recebido pelo governo é então endossado e enviado para um dos bancos da Reserva Federal, onde agora se transforma em um…
Depósito do Governo
Uma vez que o cheque da Reserva Federal tenha sido depositado na conta do governo, ele é usado para pagar os gastos do governo e, assim, é transformado em muitos…
Cheques do Governo
Esses cheques se tornam os meios pelos quais a primeira onda de dinheiro fiduciário inunda a economia. As empresas e pessoas físicas que recebem esses cheques os depositam em suas próprias contas-correntes, onde eles se transformam em…
Depósitos em Bancos Comerciais
Os depósitos em bancos comerciais imediatamente assumem uma personalidade dividida. Por um lado, eles são passivos para o banco, pois pertencem aos depositantes. Mas, enquanto permanecem no banco, também são considerados ativos, pois estão à disposição. Mais uma vez, os livros contábeis estão equilibrados: os ativos compensam os passivos exigíveis. Mas o processo não pára aqui. Por meio da mágica da reserva bancária fracionária, os depósitos passam a servir a um propósito adicional e mais lucrativo. Para realizar isso, os depósitos disponíveis são agora reclassificados nos livros e são chamados de…
Reservas Bancárias
Reservas do quê? São para pagar os depositantes se eles quiserem encerrar suas contas correntes? Não. Esta é a humilde função que elas serviram quando foram classificadas como meros ativos. Agora que receberam o nome de “reservas”, elas se tornam a varinha mágica para materializar quantias ainda maiores de dinheiro fiduciário. É aqui que está a verdadeira ação: no nível dos bancos comerciais. Eis como funcional. Os bancos estão autorizados pelo Fed a manterem somente 10% de seus depósitos em “reserva”. Isto significa que se receberem um depósito de $1 milhão na primeira onda de dinheiro fiduciário criado pelo Fed, eles têm $900.000 mais do que precisam manter à disposição ($1 milhão menos a reserva de 10%). No jargão dos banqueiros, esses $900.000 são chamados de…
Reserva Excedente
A palavra “excedente” é uma indicação que essa assim chamada “reserva” tem um destino especial. Agora que ela foi transformada em “excedente”, é considerada como disponível para oferecer empréstimos. Portanto, no tempo devido, essa reserva excedente é convertida em…
Empréstimos Bancários
Mas espere um minuto. Como pode esse dinheiro ser emprestado quando pertence aos depositantes originais que ainda podem livremente preencher seus cheques e gastar o dinheiro como quiserem? A resposta é que, quando os novos empréstimos são feitos, eles não são feitos com o mesmo dinheiro absolutamente. Eles são feitos com dinheiro novinho em folha, criado do nada para esse propósito. A base monetária do país simplesmente aumenta na proporção de 90% dos depósitos bancários. Além disso, esse novo dinheiro é muito mais interessante para os banqueiros do que o antigo. O antigo dinheiro, que eles receberam dos depositantes, requer que os bancos paguem juros ou prestem serviços pelo privilégio de usar o dinheiro. Mas, com o novo dinheiro, os bancos recebem juros, o que não é mau, considerando-se que não custou nada para eles criar esse dinheiro. Mas este ainda não é o fim do processo. Quando essa segunda onda de dinheiro fiduciário entra na economia, vai direto para o sistema bancário, exatamente como aconteceu com a primeira onda, na forma de…
Mais Depósitos em Bancos Comerciais
O processo agora se repete com números ligeiramente menores a cada rodada. O que era um “empréstimo” na sexta-feira retorna ao banco como um depósito na segunda-feira. O depósito é então reclassificado como uma “reserva”, e 90% daquilo se torna uma reserva “excedente” que, mais uma vez, se torna disponível para um novo “empréstimo”. Portanto, o $1 milhão da primeira onda de dinheiro fiduciário gera $900.000 na segunda onda, e isto gera $810.000 na terceira onda ($900.000 menos a reserva de 10%). São necessários cerca de 28 passagens pela porta giratória dos depósitos se tornando empréstimos, os empréstimos se tornando depósitos, os depósitos se tornando mais empréstimos, até que o processo atinja o efeito máximo, que é…
Dinheiro Bancário Fiduciário = Até 9 Vezes a Dívida do Governo
A quantia de dinheiro fiduciário criado pelo cartel bancário é aproximadamente nove vezes o valor da dívida original do governo que tornou todo o processo possível. Quando a dívida original é adicionada a esse número, finalmente temos…
Dinheiro Fiduciário Total = Até 10 Vezes a Dívida do Governo
A quantia total de dinheiro fiduciário criado pela Reserva Federal e os bancos comerciais juntos é aproximadamente dez vezes o valor da dívida pública subjacente. À medida que esse dinheiro recém-criado inunda a economia em busca de bens e serviços, ele faz o poder de compra de todo o dinheiro, antigo e novo, declinar. Os preços sobem porque o valor relativo do dinheiro decresceu. O resultado é o mesmo que se esse poder de compra tivesse sido tirado de nós na forma de impostos. A realidade desse processo, portanto, é que ele é uma…
Tributação Oculta = Até Dez Vezes a Dívida Pública
Sem perceber, o povo americano pagou ao longo dos anos, além do imposto de renda e dos impostos sobre o consumo, um imposto completamente oculto igual a muitas vezes a dívida pública! E isto ainda não é o fim do processo. Como nossa base monetária é puramente uma entidade arbitrária com nada por trás dela exceto dívidas, sua quantidade pode diminuir, bem como subir. Quando as pessoas se afundam em dívidas, a base monetária do país se expande e os preços sobem, mas quando elas pagam suas dívidas e se recusam a contrair novos empréstimos, a base monetária se contrai e os preços caem. Isto é exatamente o que acontece em tempos de incerteza política e econômica. Essa alternação entre um período de expansão e um período de contração da base monetária é a causa subjacente das…
Expansões Rápidas, Estouro da Bolha e Depressões
Quem se beneficia com tudo isto? Certamente não o cidadão mediano.
Os únicos beneficiários são os cientistas políticos no Congresso, que desfrutam o efeito da receita ilimitada para perpetuar seu poder, e os cientistas financeiros dentro do cartel bancário chamado Sistema da Reserva Federal, que têm sido capazes de colocar a população, sem que ela saiba, debaixo da canga do feudalismo moderno.
Coeficientes de Reserva
Os números apresentados anteriormente estão baseados em um coeficiente de “reserva” de 10% (um coeficiente de expansão do dinheiro de 10 para 1). Entretanto, deve-se lembrar que isso é totalmente arbitrário. Como o dinheiro é fiduciário, e não tem qualquer lastro em ouro ou prata, não existe limitação real, exceto aquilo que os políticos e os administradores das finanças do país decidam que seja apropriado para o momento. Alterar esse coeficiente é o terceiro modo como a Reserva Federal pode influenciar a base monetária do país. Portanto, os números precisam ser considerados como transientes.
A qualquer tempo que houver uma “necessidade” de mais dinheiro, o coeficiente pode ser aumentado de 20 para 1, ou 50 para 1, ou até mesmo a exigência de reservas pode ser eliminada totalmente. Não há virtualmente limites para a quantidade de dinheiro fiduciário que pode ser fabricado dentro do sistema atual.
A Dívida Pública Não É Necessária Para Haver Inflação
Como a Reserva Federal está a postos para “monetizar” (converter em dinheiro) virtualmente qualquer quantia da dívida pública, e como esse processo de expandir a base monetária é a causa principal para a inflação, é tentador saltar para a conclusão que a dívida pública e a inflação são apenas dois aspectos do mesmo fenômeno. Entretanto, isso não é necessariamente verdade. É totalmente possível ter uma sem a outra.
O cartel bancário detém um monopólio na fabricação de dinheiro. Consequentemente, o dinheiro é criado somente quando as Notas Promissórias são “monetizadas” pelo Fed ou pelos bancos comerciais. Quando os indivíduos particulares, empresas ou instituições adquirem os títulos do governo, precisam usar dinheiro que anteriormente ganharam e pouparam. Em outras palavras, nenhum dinheiro novo é criado, porque eles estão usando fundos que já existiam. Portanto, a venda de títulos do governo para o sistema bancário é inflacionária, mas a venda para o setor privado não é. Esta é a razão principal por que os EUA evitaram uma grande inflação durante os anos 1980, quando o governo federal aumentou a dívida pública em um ritmo maior do que nunca antes na história. Mantendo as taxas de juros elevadas, esses títulos se tornaram atraentes para os investidores privados, inclusive investidores estrangeiros. Pouco dinheiro novo foi criado, porque a maioria dos títulos foi comprada com dólares já existentes. Logicamente, este foi um ajuste temporário, no máximo.
Hoje, esses títulos estão continuamente amadurecendo, atingindo o tempo de renovação, e estão sendo substituídos por outros títulos que incluem a dívida original mais os juros acumulados. Eventualmente, esse processo precisará chegar ao fim e, quando isso acontecer, o Fed não terá escolha, senão comprar de volta literalmente toda a dívida dos anos 1980 — isto é, substituir todo o dinheiro privado investido anteriormente por dinheiro fiduciário recém-fabricado — mais uma quantia adicional substancial para cobrir os juros. Aí então compreenderemos o significado da palavra inflação.
Por outro lado, a Reserva Federal tem a opção de fabricar dinheiro mesmo se o governo federal não entrar profundamente em dívidas. Por exemplo, a tremenda expansão da base monetária que levou ao colapso da Bolsa de Valores em 1929 ocorreu em um tempo em que a dívida pública estava sendo paga. Em todos os anos de 1920 a 1930, a receita do governo federal excedeu as despesas, e havia relativamente poucos títulos do governo sendo oferecidos. O crescimento gigantesco da base monetária foi possível convertendo-se os empréstimos dos bancos comerciais em “reservas” na janela de desconto do Fed e com a compra por parte do Fed dos aceites bancários, que são contratos comerciais para a compra de produtos.
Agora, as opções são ainda maiores. A Lei do Controle Monetário de 1980 tornou possível para a Criatura da Ilha Jekyll monetizar virtualmente qualquer instrumento de dívida, inclusive Notas Promissórias de governos estrangeiros. O propósito aparente dessa legislação é tornar possível o socorro financeiro aos governos que estão tendo dificuldades em conseguir pagar os juros dos empréstimos contraídos junto a bancos americanos. Quando o Fed cria dólares fiduciários para dar aos governos estrangeiros em troca de seus títulos podres, o caminho do dinheiro é ligeiramente mais longo e mais sinuoso, mas o efeito é similar à compra de Títulos do Tesouro dos EUA. Os dólares recém-criados vão para os governos dos países estrangeiros, voltam depois para os bancos americanos, onde se transformam em reservas em dinheiro. Finalmente, eles fluem de volta para a base monetária dos EUA (multiplicados por 9) na forma de empréstimos adicionais. O custo da operação é mais uma vez suportado pelo cidadão americano por meio da perda do poder de compra. Portanto, a expansão da base monetária, e a inflação que ocorre, não mais requerem déficits federais. Enquanto alguém estiver disposto a tomar emprestados dólares americanos, o cartel terá a opção de criar esses dólares especificamente para comprar os títulos dos governos desses países estrangeiros e, fazendo isso, expandir a base monetária.
Entretanto, não devemos nos esquecer que uma das razões pelas quais o Sistema da Reserva Federal foi criado originalmente, foi para possibilitar ao Congresso gastar sem que o público saiba que está sendo tributado. O povo americano tem mostrado uma incrível indiferença a essa tosquia, que somente pode ser explicada pela falta de compreensão de como o Mecanismo Mandrake funciona. Consequentemente, no tempo presente, esse contrato amigável entre o cartel bancário e os políticos corre pouco risco de ser modificado. Portanto, como uma questão prática, embora o Fed possa também criar dinheiro fiduciário em troca da dívida comercial e de títulos dos governos de países estrangeiros, sua principal preocupação continuará sendo suprir o Congresso.
A implicação desse fato causa perplexidade em nossa mente. Como nossa base monetária, atualmente, pelo menos, está vinculada à dívida pública, pagar essa dívida faria o dinheiro desaparecer. Até mesmo uma redução séria da dívida paralisaria a economia. Portanto, enquanto a Reserva Federal existir, os EUA estarão, e precisarão estar, endividados.
A compra de títulos dos outros governos está se acelerando no atual clima político do internacionalismo. A base monetária americana está cada vez mais baseada nas dívidas de outros países, bem como na dívida pública interna, e esses países também serão impedidos de pagarem suas dívidas, mesmo se estiverem em condições de fazer isso.
A Expansão Leva à Contração
Embora seja verdadeiro que o Mecanismo Mandrake seja responsável pela expansão da base monetária, o processo também funciona da forma reversa. Exatamente como o dinheiro é criado quando a Reserva Federal compra títulos ou outros instrumentos da dívida, ele é extinto pela venda desses mesmos itens. Quando eles são vendidos, o dinheiro é dado de volta para o Sistema e desaparece da memória eletrônica do computador de onde veio. Então, o mesmo efeito das ondas secundárias sucessivas que criou o dinheiro por meio do sistema dos bancos comerciais faz com que o dinheiro seja retirado da economia. Além disso, mesmo se a Reserva Federal não contrair deliberadamente a base monetária, o mesmo resultado pode, e frequentemente ocorre, quando o público decide resistir à disponibilidade de crédito e reduzir seu endividamento. As pessoas somente podem ser tentadas a tomar empréstimos; elas não podem ser forçadas a isso.
Existem muitos fatores psicológicos envolvidos em uma decisão de entrar em dívidas que podem se contrapor à fácil disponibilidade de dinheiro e a uma baixa taxa de juros: uma desaceleração econômica, a ameaça de agitação civil, o temor de uma guerra iminente, um clima político instável, para citar apenas alguns. Embora o Fed possa tentar injetar dinheiro na economia para torná-lo disponível em abundância, o público pode estorvar essa ação simplesmente dizendo: “Não, obrigado”. Quando isso acontece, as antigas dívidas que estão sendo pagas não são substituídas por novas que tomem seus lugares, e a quantia geral de dívida dos consumidores e das empresas se reduz. Isso significa que a base monetária também se reduzirá, porque, atualmente, dívida é dinheiro. E é essa exata expansão e contração da base monetária — um fenômeno que não poderia ocorrer se estivesse baseada na lei da oferta e da procura — que está no centro de praticamente todas as expansões rápidas e estouro da bolha que têm sido uma praga para a humanidade em toda a história.
Em conclusão, pode-se dizer que o dinheiro moderno é uma grande ilusão conjurada pelos magos das finanças na política. Estamos vivendo em uma era de dinheiro fiduciário e é triste observar que todos os países na história que adotaram esse tipo de dinheiro eventualmente foram economicamente destruídos por ele. Além disso, não há nada em nossa atual estrutura monetária que ofereça alguma certeza que estaremos imunes desse mórbido destino.
Correção. Existe algo. O Congresso ainda tem o poder de abolir o Sistema da Reserva Federal.
Resumo
O dólar americano não tem valor intrínseco algum; ele é um exemplo clássico de dinheiro fiduciário sem limites na quantidade que pode ser produzida. Seu valor reside basicamente na disposição do público de aceitá-lo e, para essa finalidade, a lei requer que ele seja aceito como meio de pagamento.
É verdade que o dinheiro é criado a partir do nada, mas é mais exato dizer que ele está baseado em dívidas. Portanto, de certa forma, nosso dinheiro é criado a partir de menos do que nada. Toda a base monetária desapareceria se todas as dívidas fossem pagas.
Portanto, no Sistema da Reserva Federal, nossos líderes não podem permitir uma redução drástica na dívida pública ou no endividamento dos consumidores. Cobrar juros sobre empréstimos fictícios é usura, e isso se tornou institucionalizado dentro do Sistema da Reserva Federal.
O Mecanismo Mandrake, por meio do qual o Fed converte dívida em dinheiro pode parecer complicado a princípio, mas é simples se você lembrar que o processo não tem o objetivo de ser lógico, mas de confundir e de enganar. O produto final do Mecanismo é a expansão artificial da base monetária, que é a causa raiz para o tributo oculto chamado de inflação.
Essa expansão então leva à contração e, juntas, produzem o ciclo destrutivo da expansão rápida e estouro da bolha, que tem sido uma praga na história da humanidade onde quer que dinheiro fiduciário tenha existido.
O livro The Creature of Jekyll Island pode ser adquirido na livraria virtual da Reality Zone,

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“Vazou” informação da NASA ...



Uma informação “Vazou”, originada por um dos membros da equipe da Missão Kepler, simplesmente foi motivo de uma grande “inquietação” científica após análise dos dados obtidos.

Foram CONFIRMADOS os 5 primeiros Exoplanetas iguais a Terra em nossa Galáxia. E em breve muitos outros serão também confirmados.

Mas será que a NASA asumiría ou compartilharia essa informação com o público em geral ???

Justamente por essa razão, pessoas como Richard C.Hoagland, que lidera o Projeto Enterprise Mission, levam décadas acusando a NASA de absoluta falta de transparencia na exposição das evidências científicas, com a finalidade de reservar a informação somente para determinados membros do Governo.

Parte da suspeita sobre a intenção da NASA de ocultar informação, vem precisamente da falta de transparencia do Governo Federal, e sendo uma informação de caráter governamental, é lógico que sua prioridade primaria não seria a de satisfazer os interesses da comunidade científica.

Se não tivesse “vazado” tal informação, os planos dessa noticia seriam manipulados (se é que já não está) e seria suavizado para só ser compartilhada com o público em fevereiro de 2011, ... mas…alguém "falou mais que a boca" e acabou trazendo isso a público. Veja AQUI :

O cara que deu com a “língua nos dentes” foi Dimitar Sasselov que não pôde conter sua emoção e soltou TUDO dando dados, gráficos, detalhes e uma absoluta transparência em virtude de seu enorme conhecimento. Falou tudo diante das caras estupefatas de seus superiores e companheiros de Missão.
Somando a essa notícia, essa semana tivemos essas outras notícias:




Veja agora o vídeo da conferência de Julian Assage.

Obs: Ative a legenda em português:


Fonte:

sábado, 18 de setembro de 2010

Extraterrestres: Suméria x Nibiru x Anunnaki

A polêmica sobre a aproximação de um planeta intruso em 2012


 Em meio aos sumérios e um enigmático 'deus' dos Anunnakis , a representação do nosso Sistema Solar

Quem nunca ouviu dizer, desde pequeno 'que o mundo acabou em água e agora vai acabar em fogo'? Nossos bisavôs ouviram isso e repassaram aos nossos avôs e pais, enquanto os tempos foram chegando. Desde remotas eras, a humanidade vem sendo bombardeada por uma série informações, de conjecturas, conceitos e tradição oral, na maioria das vezes, assustadora.

Até que ponto as pessoas acreditam ou querem acreditar que a raça humana está próxima de uma catástrofe universal? A internet anda cheia de informações e desinformações e, se não há bom senso de quem escreve, que haja do lado de quem lê!  Nesse artigo em forma de pesquisa, não procuramos afirmar nada, apenas refletir junto com os internautas

(O autor)

O mistério sobre o Planeta X

É sabido que os cientistas apostam na existência de um 12º planeta em nosso sistema, que para os acadêmicos, foi denominado Planeta X. As religiões pregam um a Idade do ouro após gravíssimo cataclisma.
Não podemos avaliar o tamanho da histeria pública, se um dia, houvesse a certeza de que os governantes mundiais escondem da humanidade a proximidade de uma destruição total do planeta Terra.

E existem eminentes astrônomos que defendem essa possibilidade, referindo-se ao que pode ser a aproximação de um astro intruso, algo gigantesco que ronda o sistema solar. Um objeto de grandes proporções que nos espreita na obscuridade e estaria vindo em nossa direção,
Sua estrutura colossal, como supõem, pode ser a responsável por mudar a trajetória de cometas e asteróides, jogando-os em direção ao interior do sistema.  Para alguns especialistas, a tal massa seria a responsável por distúrbios nas órbitas dos planetas Uranos e Netunos.

Um temor mundial ?

Insiders da NASA deixaram vazar que o mundo científico estudam uma presença detectada há vários anos nos arredores do sistema solar, o que eles chamam de “A Massa”. Seria verdade?
Em janeiro do ano passado, a NASA colocou em órbita o telescópio WISE, cuja função é varrer o céu e colher imagens em infravermelho. Sua missão é descobrir estrelas anãs marrons.

"Um corpo celeste possivelmente tão grande quanto o planeta gigante Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion por um telescópio em órbita a bordo do E.U. Infrared Astronomical Satellite ".
Esse foi o lide da matéria postada pelo influente jornal  Washington Post no dia  31 de dezembro de 1983.

É público que NASA e Vaticano tem parcerias na troca de informações, e que o Vaticano financia cientistas na busca de um grande cometa, um corpo celeste que é citado no Apocalipse, nos registros de antigas civilizações, e na milenar Bíblia Kolbrin.
Em 1997, de forma misteriosa, um grupo de astrônomos franceses, que pesquisavam informações sobre o Planeta X, pereceram em acidente nos Alpes. 

Os sumérios e os Anunnakis

Também entra aí que o  escritor arqueólogo e linguista Zecharia Sitchin, que após várias décadas de estudos, lançou o livro 'O 12º Planeta'. O arqueólogo é um dos poucos especialistas na escrita dos Sumérios, povo que habitou a Mesopotâmia (atual Iraque) há cerca de 6.000 anos.

Em sua obra, Sitchin sugere que os sumérios representavam um povo teve contato direto com seres alienígenas, vindos de um planeta que, em períodos de 3.600 anos, aproxima-se da Terra. Seu nome, na escrita suméria é Nibiru, que significa 'aquele que faz a travessia'.

O Sol e os planetas que conhecemos ao eu redor
 
 Mas, que planeta é aquele no canto superior esquerdo?

A história de Nibiru, bem como dos Anunnakis, a civilização alienígena que o habita, está descrita no poema Enuma Elish em tábuas de argila que foram minuciosamente decifrada por Sitchin.
Os registros falam dos Anunnakis como sendo uma raça que chegou ao planeta Terra há 450 mil anos e instalou sua base no oriente Médio.

Com a urgência de exploração de ouro, os alienígenas optaram pela criação de um ser híbrido (mistura raças humanóides da Terra com aliens), fazendo surgir o homo-sapiens. E admirando sua  criação, e vendo que as filhas dos homo sapiens era belas, muitos desses 'seres que vieram do céu' as tomaram para acasalamento.

A imagem e semelhança de quem?

"Quando os homens começaram a se multiplicar na terra e lhes nasceram filhas, os seres divinos viram quão belas eram as filhas dos homens e tomaram esposas dentre aquelas que os agradavam. Foi então, e também depois, que os Nephilins apareceram sobre a terra - quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Eles foram os heróis de antigamente, os homens de renome." (Gêneses 6.2-4)

O mundo que trouxe os Anunnakis pertence á mitologia suméria e é citado no poema Enuma Elish que, entre outras revelações, fala da presença de um grande planeta, isso há cerca de 5 bilhões de anos, um mundo quase do tamanho de Júpiter que, atraído pela gravidade do nosso Sol, invadiu a órbita de outros planetas do sistema. Nibiru chocou-se com outro grande planeta: Tiamat (antiga Terra), que ficava na órbita entre marte e Júpiter.
Com o choque, Tiamat se dividiu em dois: uma parte diluiu-se nos escombros do atual cinturão de asteróides que orbitam a região; a outra, ficou sendo a Terra, mas deslocada para mais próxima do Sol, entre Vênus e Marte.

O arqueólogo alega que os Anunnakis estão de volta. Explica que Nibiru faz parte do mesmo sistema onde está a Terra, e que seu aparecimento de tempos em tempos se deve a uma órbita irregular, perpendicular com elíptica alongada, o que faz com que o misterioso astro fique afastado dos demais planetas, desaparecendo pra alem do Cinturão de Oors e só retornando após 3.600 anos.

O segundo sol

Mas, e se a invés de ser um planeta, Nibiru venha a ser parte de um complexo de astros que giram em torno do nosso sol? Assim sendo, o astro-rei que conhecemos teria um irmão gêmeo, uma estrela que realiza sua órbita excêntrica em torno do nosso Sol e reaparece de tempos em tempos. Essa estrela, ou seja lá o que for,  que não conhecemos está presente misteriosamente nos registros de antigas civilizações como sumérias, egípcias, gregas, romanas e nos conhecimentos de povos judaicos.

Sistemas binários são comuns em toda galáxia. Estima-se que um terço das estrelas na Via Láctea formam sistemas binários ou são parte de um sistema de estrelas múltiplas. Há alguns anos, a ciência mundial propôs a possibilidade de ser o nosso sistema solar um sistema binário, isto é, com dois sóis, um orbitando o outro.

Para os sumérios, esse astro tinha a coloração vermelha, e sua visão era aterradora. Surgia no céu como se estivesse 'embrulhado' em espessas nuvens. Sua aproximação seria a responsável por distúrbios de ordem sideral, com o fim de muitas civilizações planetárias, incluindo a vida em Marte e Terra.
Essa seria a explicação para periódicas extinções em massa da vida do planeta Terra?
Presente nos temores humanos, o chamado Fim dos Tempos é contado de geração em geração.

NR - Pra não entrar no mérito do que é ou o que poderia ser, vamos ficar apenas nas descrições históricas. O mundo da astronomia, seja ele atrelado aos governos,
A nova investida para uma moeda global



As elites governamentais nunca desistem de tentar obter mais poderes. A proposta de uma moeda global emitida por um banco central global voltou a assombrar o mundo. Trata-se de um plano de longo prazo, com a inconfundível marca de Keynes.

Você certamente não achou que as elites governamentais iriam perder as oportunidades geradas pela atual crise econômica mundial e deixar de criar algum esquema absurdo e ilógico que lhes dará ainda mais poder e controle. Bem, aqui está a encrenca, nada mais que o ressurgimento de uma ideia velha mais de 60 anos: um papel-moeda global, emitido por uma entidade supranacional, com a missão de acabar com todas as nossas enfermidades.
O estudo do FMI que clama pela implementação desta ideia foi feito por Reza Moghadam, do Departamento de Estratégia, Política e Análises, “em colaboração com os Departamentos de Finanças, de Mercados de Capital e Política Monetária, de Direito, e de Pesquisa e Estatística, e com consulta ao Departamento de Áreas”. Em outras palavras, esse estudo não deve ser ignorado.
Trata-se de um plano de longo prazo, mas o plano tem a inconfundível marca de Keynes. Logo no início da página 27, o autor já deixa claro que a intenção é homenagear Keynes. Ainda na mesma página, no item 35, lê-se: “Uma moeda global, o bancor, emitida por um banco central global, seria concebida como uma estável reserva de valor que não estaria amarrada exclusivamente às condições de uma economia em particular”. Na página 28: “O banco central global poderia servir de emprestador de última instância, fornecendo uma necessária liquidez sistêmica no evento de choques adversos, e de modo mais automático do que no presente.”
O termo bancor vem diretamente de Keynes. Ele propôs essa ideia logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, tal ideia foi rejeitada principalmente por razões nacionalistas. Ao invés disso, o mundo ganhou um sistema monetário baseado no dólar, que por sua vez estava ligado ao ouro. Em outras palavras, o mundo ganhou um falso padrão-ouro, o qual estava fadado ao colapso na medida em que os desequilíbrios das reservas de ouro dos países se tornassem insustentáveis – como acabou ocorrendo no final da década de 1960. O que substituiu tal arranjo foi exatamente o nosso atual sistema monetário, em que os papeis-moeda de todos os países flutuam entre si nos mercados de câmbio. (Veja um relato cronológico desses eventos aqui.)
Mas as elites governamentais nunca desistem de tentar obter mais poderes. A proposta de uma moeda global emitida por um banco central global voltou a assombrar o mundo. Qual problema está sendo atacado? O que há de tão desesperadoramente errado no mundo a ponto de o FMI estar testando a ideia de uma moeda única mundial? Em uma só palavra, o problema chama-se ‘entesouramento’. O FMI está realmente irritado com o fato de que, “em anos recentes, o acúmulo de reservas internacionais acelerou rapidamente, atingindo 13% do PIB global em 2009 – um aumento de três vezes ao longo de dez anos”.
Ou seja, a política monetária não está funcionando como eles gostariam. No mundo idealizado por eles, o banco central imprime dinheiro e, com isso, aumenta as reservas dos bancos. Essas reservas são então emprestadas, o que leva a uma enorme expansão do consumo e do investimento, gerando a felicidade global eterna (não interessa se a hiperinflação e a má alocação – e consequente desperdício – dos bens de capital serão a inevitável consequência). Porém, há um problema com esse plano. O atual sistema monetário funciona em termos nacionais, com cada país adotando sua própria política monetária. Assim sendo, as condições econômicas de um dado país acabam tendo influência sobre o seu mercado de crédito. Se a economia está ruim, não há emprestadores e nem pegadores de empréstimo. O dinheiro fica parado no sistema.
Essa é a história resumida dos EUA dos últimos dois anos, por exemplo. A esta altura, se o Fed tivesse êxito em suas políticas, o país estaria inundado de dinheiro. Porém, as reservas que ele criou ainda estão presas no sistema bancário. É como se toda a população americana repentinamente tivesse sucumbido ao conselho moral: não serás mutuário nem mutuante.
E por quê? Bem, há dois motivos. Os tomadores de empréstimos simplesmente estão um pouco apreensivos quanto às perspectivas de longo prazo. Eles agora estão monitorando seus custos e suas contas diariamente, dominados por um estranho senso de realidade que havia sido jogado pela janela durante o período da expansão econômica artificial. Enquanto isso, os bancos estão avessos ao risco, preferindo manter suas reservas em seus cofres a jogá-las aos ventos do destino incerto e nada auspicioso. Como os examinadores do sistema bancário estão analisando tudo com uma lupa, e fazer empréstimos não ajuda a melhorar a classificação de risco – não com as taxas de juros sendo mantidas em quase zero pelo Fed -, os bancos mantêm-se cautelosos.
Sob essas condições, sim, entesourar parece uma ótima ideia. Mais ainda: todos nós deveríamos estar comemorando essa retração de postura. Afinal, ideia de mergulharmos em outra bolha não é das mais inteligentes.
O FMI, entretanto, tem um problema com essa prática, embora ele não se concentre nela. O problema é que essa prática de manter um alto nível de reservas está arrefecendo o consumo e o investimento, prolongando a recessão. A solução simplória sugerida pelos magnânimos intelectuais do FMI é criar algum sistema, qualquer sistema, que retire o dinheiro dos cofres dos bancos e o coloque nas mãos do público consumidor.
A justificativa para a moeda global e para o banco central global é que, em um sistema globalizado, as reservas sempre encontrariam um mercado. Consequentemente, elas não mais ficariam presas às exigências de um sistema monetário e bancário restrito, de âmbito apenas nacional.
Uma monografia acadêmica pode tergiversar eloquentemente, por centenas de páginas, sobre as vantagens de um sistema global, falando que tal arranjo criaria mais estabilidade e eficiência, e uma menor politização do dinheiro e do crédito. E, de fato, tal raciocínio faz um certo sentido: afinal, um padrão-ouro real sempre tenderá a um sistema monetário global. Diferentes moedas nacionais são apenas diferentes nomes para algo que realiza a mesma função: ser um meio de troca.
Porém, há uma diferença primordial. Sob um padrão-ouro, o metal físico é o limite e o mercado é o supervisor. Sob um sistema global de papel-moeda, o papel não fornece absolutamente nenhum limite à criação de mais dinheiro, e os políticos é que são os supervisores. Assim sendo, não faz sentido algum falar sobre as glórias da globalização no atual contexto. Uma moeda mundial de papel e um banco central mundial iriam intensificar o risco moral e levar a um regime inflacionário global até então nunca visto. Não haveria maneira alguma de fugirmos dos inúmeros controles políticos que inevitavelmente surgiriam sob esse arranjo.
Toda proposta de solução drástica como essa sempre vem acompanhada de um alerta para alguma consequência igualmente drástica que ocorrerá caso tal proposta não seja adotada. No exemplo em questão, o FMI chega a levantar dúvidas sobre a capacidade de sobrevivência do dólar. “Tem havido um prolongado debate especulando sobre a possibilidade de colapso do dólar”, diz o estudo. A preocupação é que, se de fato houver uma especulação contra o dólar, os bancos centrais poderiam competir entre si para ver quem seria o primeiro a abandonar o dólar permanentemente.
Porém, como o estudo aponta, muitas pessoas se perguntam se “existem boas alternativas ao dólar”. E, por essa razão, o FMI acha que talvez seja uma boa ideia improvisar tal alternativa o mais rápido possível.
Provavelmente há mais verdade nessa afirmação do que a maioria das pessoas quer admitir. Mas a alternativa não está em mais um experimento global, dessa vez ainda mais intenso, envolvendo inflação de papel-moeda. Que Deus não o permita. Se queremos uma alternativa ao dólar, há uma que pode surgir perante nossos olhos – se ao menos deixássemos que isso ocorresse. Corretores de moedas ao redor de todo o mundo poderiam, por conta própria, fazer surgir uma nova moeda lastreada em ouro e comercializada por meios digitais. Em várias ocasiões nos últimos 20 anos tal sistema chegou perto de existir. Porém, adivinhe só? O governo tomou providências severas e interrompeu o processo. As elites governamentais decidiram que só haverá reformas monetárias se estas vierem dos palácios de mármore onde as elites monetárias estão encasteladas.
Os Anunnakis


A palavra Anunnaki vem da língua suméria e significa “aqueles que vieram do céu”. Segundo o historiador Zecharia Sitchin, os Anunnakis são extra-terrestres vindos do planeta Nibiru e que criaram a raça humana como ela é hoje. Eles também são os responsáveis por todo o conhecimento científico do povo Sumério. Conheça mais sobre esse povo extremamente curioso que habita um planeja mítico e que provavelmente vai nos visitar em 2012.



Alguns significados mais minuciosos da palavra Anunnaki só comprovam o quanto esses habitantes extraterrenos são tão curiosos:



ANUNNAKI
An = forma reduzida de "anachnu", que significa NÓS
Nu = também significa "céu"
Naki = limpo, puro
Significado: “Nós somos puros”
Ki = Terra
Ampliando o significado para: "Nós do céu, na Terra", ou ainda "Puros do Céu na Terra”.
(FONTE)






A estranheza desse povo não se restringe ao nome. Eles trazem uma história surpreendente sobre intervenções na nossa evolução, em nossa sociedade e em nossos conhecimentos científicos. E particularmente para quem leu nossos posts a respeito dos Sumérios, os Nephlins, Nibiru ou sobre o historiador Zecharia Sitchin já estava na torcida para um post só sobre o povo misterioso do Planeta X. Pois bem, vosso pedido é uma ordem.


Os Anunnakis visitaram a Terra primeiramente, durante nossa segunda Era Glacial. Uma vez que o planeta que eles viviam, Nibiru, estava prestes a ser extinto, eles vieram a Terra explorar minérios, pois só construindo uma camada de proteção de ouro em torno do seu planeta, é que eles poderiam evitar essa catástrofe.



Tida como divindade, essa raça superior que estava na Terra era liderada por Enki e seu meio-irmão Enlil (hoje conhecidos como os primeiros astronautas pesquisadores). Os dois meio-irmãos eram responsáveis pelas atividades exploratórias na Terra, e se reportavam a seu pai Anu – que continuava morando em Nibiru. Os dois viviam em pé de guerra e se viram em meio a uma rebelião quando os anunnakis se cansaram de tanto trabalhar na exploração de minérios. Essa rebelião ficou conhecida como “A Rebelião dos Anjos” e foi sanada com a brilhante idéia de Enki em chamar a deusa da medicina, Ninharsag para criar um ser que pudesse trabalhar no lugar deles, poupando assim os deuses Anunnakis de tal esforço. Mesmo com todos os protestos de Enlil, Anu (o pai dos dois) autorizou o procedimento e começaram os testes de mistura genética.


Primeiramente os testes foram feitos misturando-se diversas espécies de animais entre si. Entende-se que foi daí que vieram as histórias mitológicas sobre sereias, esfinges, centauros, cavalos alados entre outros seres híbridos. Com o insucesso dos testes, Enki decidiu fazer misturas genéticas entre o DNA anunnaki e o DNA dos seres vivos da Terra. Dentre alguns testes que não deram certo, acabaram por descobrir a espécie perfeita que, misturada com o DNA anunnaki, resultava em um híbrido extremamente funcional. Foi então que surgiu Adão.


Enki ficou muito famoso após a criação de Adão. Mas depois que foram sendo criadas mais espécimes humanas, começaram os problemas. Seres que muitas vezes se rebelavam contra as divindades anunnakis, ou mulheres engravidadas por anunnakis, dando a luz à “semi-deuses”, os chamados nephilins. Com isso Enlil teve mais que argumentos para com seu pai Anu, na tentativa de acabar de vez com essa raça híbrida criada. Como eles sabiam que com a aproximação de Nibiru, as calotas polares iriam se deslocar e mais uma vez alagar todas as extensões de Terra, foi feito um conselho com Anu, Enlil, Enki e outros “cabeças” e acordado que eles deixariam a raça humana morrer afogada e nunca mais iriam fazer experiências genéticas desse tipo.


Mesmo o conselho tendo decidido isso, essa não era a opinião de Enki. Ele tinha um amor muito grande pelo ser humano e não admitiu que tanto esforço para criar uma espécime perfeita fosse em vão. Como a ordem era que nenhum Anunnaki poderia alertar a nenhum humano sobre o fim eminente, Enki teve uma idéia genial. Ele escolheu um humano o qual ele simpatizava muito, Noé, visitou-o em sua casa, deu as costas a ele e se virou para ma parede e começou a dar instruções: “Parede, toda a Terra vai ser coberta por água em breve. Você deve construir uma arca e colocar um par de animais de cada espécie viva...” Noé escutando, entendeu o alerta e se previniu. Tendo feito toda uma manobra para poder preservar a raça humana e os animais terrestres, Enki conseguiu passar por cima da ordem do conselho sem ter que efetivamente ter desobedecido seu pai (ele falou com a parede, não com um humano).

Após as águas baixarem e os Anunnakis voltarem para ver o que tinha acontecido com a Terra, se surpreenderam com Noé, sua família e os animais ainda vivos. Mesmo com o ódio mortal que Enlil ficou do meio-irmão, Anu achou que foi uma coisa boa a se fazer, e decidiu não mais dizimar a raça humana. A partir daí os Anunnakis começaram a ensinar coisas mil aos descendentes de Noé, que posteriormente se tornaram os Sumérios.


Como já não havia mais necessidade de se explorar minérios da Terra, os Anunnakis foram embora. Eles tinham moradia tanto aqui quanto numa estação na Lua. Depois do ocorrido (dilúvio), saíram todos e voltaram para Nibiru. Mas como eles ainda tinham certa responsabilidade com o ser humano, de vez em quando eles apareciam na Terra para ver como as coisas estavam indo. Ensinavam astrologia, medicina, química e engenharia para essas pessoas. Alertavam sobre coisas futuras e outros mistérios que você pode conferir no post sobre os Sumérios.


Dessa forma, hoje estamos as portas de mais uma dessas visitas dos Anunnakis. Em 2012 a órbita de Nibiru vai se aproximar a da Terra e vamos receber novamente nossos “pais”. Será que eles vão ficar orgulhosos com o que nos tornamos? Será que eles não vão gostar e mandar mais um dilúvio? Que Enki nos proteja e Enlil não nos encontre.

NASA: Mudanças Climáticas e Catástrofes Globais de 2011 a 2017

“O terceiro anjo tocou a trombeta e caiu do céu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.” Apocalipse 8:10-11

A transmissão radiofônica do Ministério dos Pães Ázimos (Unleavened Bread Ministries), por satélite, no dia 17 de fevereiro do corrente ano, tratou da mudança climática atual e o impacto na humanidade e no Sistema Solar, que está por vir. O comentarista David Eells e o seu convidado, Peter Kuehlen, ressaltaram a entrevista recente de Benjamin Baruch, com um proeminente cientista da NASA. Baruch é um autor e comentarista cristão. Peter Kuehlen, um pesquisador alemão, acrescentou fatos confirmando a informação dada pelo cientista.
Após contatos iniciais, por intermédio de um amigo em comum, Baruch e o cientista programaram um encontro em Los Angeles, Califórnia. O cientista, que é um plasma astrofísico, reuniu-se com dois outros colegas e Baruch, no que se transformou numa conferência de dez horas.

O texto abaixo foi divulgado por um cientista da NASA

O Governo Americano e a comunidade internacional, tem investido uma grande quantidade de dinheiro divulgando e distorcendo os fatos do aquecimento global. É basicamente uma distorção para promover uma base para criar um governo mundial. Eles têm tentado fazer crer que o povo é responsável pelo aquecimento global, de maneira que a “elite” política possa multar empresas e países por causa da emissão de carbono, estabelecendo uma taxação das rendas individuais no encaminhamento para um governo global.
Ao contrário do que a elite gostaria que o público acreditasse a respeito da emissão de carbono, a verdadeira causa da mudança climática é a aproximação de uma estrela. A elite globalista omitiu, de propósito, qualquer informação sobre a atividade solar, bem como as anomalias do Sistema Solar, a fim de cumprir seus planos.

Em 1990, satélites espiões militares americanos foram destruídos misteriosamente por forças no espaço e a Força Aérea dos Estados Unidos solicitou explicações a renomados astros cientistas. O estudo de 15 anos descobriu que 70% das estrelas ou sóis no universo são variáveis. Isto significa que eles têm estrelas irmãs ou acompanhantes. Dos três tipos conhecidos de estrelas variáveis, o nosso Sistema Solar é binário. Um Sistema binário tem uma estrela central (o Sol) e uma secundária, que se move em órbita elíptica.
Os astro-cientistas descobriram que esta estrela irmã é uma “anã marrom”, que é de 5 a 8 vezes maior do que a Terra e cruza as órbitas do nosso Sistema Solar a cada 3.500 anos. Ela está se aproximando da Terra, na direção do pólo sul.
A estrela anã marrom é uma estrela que nunca explodiu, porque a massa dela é insuficiente, resultando em pouca radiação de luz, sendo quase invisível. Esta estrela, todavia, possui um excepcional poder magnético e força gravitacional, emitindo radiações letais de UV, gama e raios-X. Em conseqüência destas potentes ondas, ela já está alterando os planetas do nosso Sistema Solar, mudando as temperaturas dos seus núcleos, atmosferas, posições dos pólos e campos magnéticos.

O calor ou radiação emitidos por esta estrela, permitem que ela seja detectada por telescópios infravermelhos terrestres e espaciais. Observações realizadas descobriam que esta estrela anã marrom está sendo acompanhada por seus próprios planetas, suas luas e 5 cinturões de asteróides. Os agitados fragmentos em torno da “anã marrom” cobrem uma área de 400.000 quilômetros no espaço e estão, no momento, atravessando nosso Sistema.
Esta estrela tem recebido vários nomes no decorrer dos séculos: Nibiru pelos sumerianos; O Destruidor, pelo Velho Testamento da Bíblia e os egípcios; Marduk pelos babilônios; G 1.9 e Nemesis pela NASA e Planeta X pela sociedade moderna.

Quando estes estudos começaram a vir ao conhecimento dos cientistas da NASA, eles transmitiram estes dados a três outros grupos de cientistas independentes, para que eles os observassem e analisassem, o que por sua vez confirmou a precisão dos estudos originais.
Os cientistas afirmam que esta estrela orbitante vai afetar a Terra drasticamente entre os anos 2011 e 2017, num período de sete anos.
Estes cientistas altamente qualificados, reiteraram o fato de que a estrela provocará efeitos catastróficos na Terra, no nosso Sistema Solar e na humanidade. A aproximação da estrela, provocará erupções e tempestades no Sol, aumentando a radiação e os pulsos eletromagnéticos. A temperatura do núcleo da Terra vai continuar a aumentar, elevando o calor a um nível insuportável e destruindo a magnetosfera que envolve a Terra. A magnetosfera é composta de três camadas ou escudos que protegem a Terra da radiação.

Nas suas investigações, os cientistas descobriram também que a mudança da estabilidade na Terra começou da década de 1940.

Mudanças climáticas relativas: aquecimento, congelamento e variações nos sistemas ecológicos estão ocorrendo nos últimos 70 anos e tem se intensificado à medida que a estrela se aproxima.
Catástrofes e tragédias:
Em 2012 a estrela vai estar muito perto e o Sol vai estar no ciclo solar máximo. A combinação destas forças vai estressar a Terra aos seus limites. Sistemas ecológicos vão entrar em colapso, provocando fome e doenças pandêmicas e porque a temperatura do núcleo da Terra está aumentando, as placas continentais da Terra vão se mexer, causando gigantescos terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis altíssimos e de tremenda velocidade.

Impulsos eletromagnéticos
As erupções solares produzirão tremendos impulsos eletromagnéticos, eliminando todos os “chips” e as composições elétricas desprotegidas, como centrais de rede elétrica, geradores e transformadores. Automóveis fabricados a partir de 1970, telefones celulares, Internet, elevadores, televisões, aquecedores, satélites, ar condicionados, bombas, e qualquer coisa que possa usar “chip” ou eletricidade ficarão impedidas de funcionar.
Aeroportos, hospitais, trens, caminhões de transporte, navios cargueiros e serviços públicos vão parar, levando pelo menos 3% da população a cometer atos como assaltos e saques. Mercados serão esvaziados em poucas horas e a polícia será impotente para conter a violência. Os cientistas supõem que os cataclismos destruirão parte da civilização ocidental, causando a morte de 50% da humanidade.
A alteração dos pólos e o aquecimento do núcleo da Terra que ocorrerão, produzirão poderosos ventos (320 km/h) e grandes mudanças nos mares e correntes marítimas. O gelo derretido de água fresca da Groelândia e da Antártica já está alterando o conteúdo de sal dos oceanos, que é o fator determinante no movimento das correntes, causando mudanças climáticas extremas e, conseqüentemente, diminuindo a velocidade das mesmas, até pararem totalmente. Cerca de 30 dias após esta parada, as águas que normalmente se concentram no Equador do planeta, irão se espalhar para as costas litorâneas do mundo. As águas vão invadir a terra num raio de penetração entre 40km e 240 km, ou mais do que isso, em ondas de altura acima de 120 metros.

Abrigos subterrâneos para elite global

O nível dos oceanos vai subir mais de 33 metros e ilhas vão desaparecer. Os governos e a elite política têm conhecimento das catástrofes há anos. Eles têm escondido a verdade e, como solução, estão construindo bases subterrâneas para se protegerem e às suas famílias. Pelo menos 1.500 dessas bases, ou cidades subterrâneas, têm sido construídas em diferentes partes do mundo (215 nos Estados Unidos e 30 no Canadá). À medida que crescem os desastres, os poderosos planejam se abrigar nos subterrâneos pelo resto dos sete anos para, posteriormente, retornarem no fim da devastação para reiniciarem a civilização.
A Monsanto, a companhia dos grãos, acabou de completar seu cofre subterrâneo na Noruega. Lá, eles estocaram todas as sementes necessárias para replantar a Terra, uma vez que a destruição tenha passado.

O plano original dos poderes globais era ter os seus refúgios prontos até outubro de 2011.
Desde Janeiro, em menos de 2 meses em 2010, 172 chefes executivos de grandes companhias, 28 políticos e 70 chefes de polícia demitiram-se. E os números continuam crescendo.
A elite global tem tornado público partes da verdade através de filmes, comentaristas, documentários e os noticiários, para testar a reação pública, procurando ver se as pessoas se preparariam mais, como na mudança de 1999 para 2000 com a ameaça de um caos mundial, em que poucos reagiram.

Realocações estratégicas

Nos últimos anos, diversas organizações têm feito mudanças suspeitas e realocações longe das costas. Por exemplo, a CIA relocou seu comando central da Virgínia para o Colorado “sob” o aeroporto de Denver. A Biblioteca da Agência para a Proteção do Ambiente, a maior biblioteca biológica de referência do mundo, foi fechada em 2007 e as seguintes agências e organizações têm mudado, ou estão no processo de mudança: a Agência Nacional de Segurança (NSA); o Comando Militar do Norte; NASA; FEMA; e a Biblioteca do Vaticano.
Quando Baruch perguntou sobre a probabilidade de ocorrerem na Terra estes acontecimentos apocalípticos, o cientista e seus colegas, unanimemente, responderam 99,9%.
Em essência, os cientistas confirmaram as escrituras. Nenhum deles, na entrevista, sabia qualquer coisa a respeito da profecia bíblica e os julgamentos do Apocalipse.
"São 7 anos de julgamento na Terra e tribulação para os cristãos, seguida pela ira de Deus que será derramada sobre os injustos. Cristãos vivos, e os mortos, ressuscitados serão tirados da Terra no fim dos 7 anos."
"Jesus Cristo volta com sua Igreja para terminar a "ira" e restaurar a Terra estabelecendo "Seu Reino."

Para mais pormenores, pesquise e escute as seguintes entrevistas em inglês:
1) Entrevista com Benjamin Baruch – Mensagem 145 no site www.watchmanscry.com
2) “Oito Anos de Mudanças Globais” no site www.unleavenedbreadministries.org Clique sobre o título: “Eight Year of Global Changes”.
3) “Aquecimento Global: O que o governo não esta lhe dizendo” (Global Warming: What the Government isn´t telling you) de John Moore (12 partes):
http://www.youtube.com/watch?v=VyLuAPVsR4s
4) Renuncias de empregos: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=158571.0
5) Polícia: http://godlikeproductions.com/forum1/message983642/pg/
6) Google: “Ordens Executivas” de Presidentes William Clinton, George W. Bush, e Barack Obama; e dois homens que trabalharam na construção das bases subterrâneas: William Cooper e Philip Schneider.
7) NASA procura pela Estrela da Morte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nasa-procura-pela-estrela-da-morte-16032010-5.shl?2
8) Hubblesite – News Center: Pequena companheira de desafios para Anã Marrom definição simples(Small Companion to Brown Dwarf Challenges Simple Definition)


ELES ESTÃO SE PREPARANDO... E NÓS, O QUE ESTAMOS FAZENDO?

VEJA ESSES VÍDEOS, DE UMA ENTREVISTA COM UM RENOMADO CIENTISTA BRASILEIRO, ESPECIALIZADO EM CLIMATOLOGIA:

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos!

Os Mitos e os fatos da mudança climática em 7 vídeos imperdíveis:

Vídeo 1/7:
http://www.youtube.com/watch?v=JxC_JIwat9s
Vídeo 2/7:
http://www.youtube.com/watch?v=jDvtSrID1gg&NR=1
Vídeo 3/7:
http://www.youtube.com/watch?v=EXOXc03n0Ik&NR=1
Vídeo 4/7:
http://www.youtube.com/watch?v=AbXfJSPrCz8&NR=1
Vídeo 5/7:
http://www.youtube.com/watch?v=qv5bm4GSSM4&NR=1
Vídeo 6/7:
http://www.youtube.com/watch?v=Ja5xZq_skTY&NR=1
Vídeo 7/7:
http://www.youtube.com/watch?v=mhhv6uVON_Q&NR=1


Mais em:
http://www.youtube.com/results?search_query=molion&search_type=&aq=f

http://mirantedefesacivil.blogspot.com/2010/01/leitura-obrigatoria-imperdivel.html

Codex Alimentarius: Você está sendo envenenado

A partir de 01 de Janeiro de 2010 entrou em vigor o polêmico Codex Alimentarius. Mas você não sabe exatamente o que é isso, pois não? Pois é exatamente o que eles querem!

O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação – FAO e da Organização Mundial da Saúde – OMS.

Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos – sejam estes processados, semiprocessados ou crus – criado em 1962, e suas normas têm como finalidade “proteger a saúde da população”, assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos.

Traduzido em miúdos, o Codex vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populational do planeta e na concentração de riquezas.

Objetivos
Os principais pontos que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão mandatórias para todos os países membros, cerca de 170 – o que inclui o Brasil:

Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas – no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada “alta”, e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.
Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados como drogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.
Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.
Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.
Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele “gado orgânico”, criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?… nunca mais!
Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes… nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez – tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.
Os produtos “orgânicos” estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades – rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.
Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras, estarão envenenando nossa comida.
Resumo dos Objetivos
Os objetivos do Codex Alimentarius incluem:

Globalização das normas.
Abolição da agricultura/ criação orgânica.
Introdução de alimentos geneticamente modificados.
Remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie.
Restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.
Estes vídeos mostram de modo bem apropriado o que está sendo feito

http://www.youtube. com/watch? v=5w39dzhOlPY&feature=player_ embedded




Alex Jones expõe esse terrivel segredo que está bem diante de nossos olhos e jamais poderemos ver se não sairmos do “convencional”.

Note que ao final do vídeo os comentários de Jones não correspondem com a realidade brasileira, pois aqui não temos opção praticamente.




http://www.youtube. com/watch? v=DRqHeVd_ 5P0&feature=player_ embedded




http://www.youtube. com/watch? v=JkHLEMPhYkw&feature=player_ embedded







Referências:

http://alimentacaov iva.blogspot. com/2008/ 11/codex- alimentarius- os-ltimos- dias-de.html